Olá galerinha, tudo bem com vocês? Por aqui o clima continua pós apocalíptico
e vai permanecer no mínimo pelas próximas duas leituras ao menos, quem sabe
encontro outro título daqui pra lá?!
Em busca de proteção e segurança, eles se encontraram
Lutando para sobreviver em um mundo pós-apocalíptico, Andrew está ferido, faminto e se depara com Jamie, que o abriga. Uma praga mortal matou a maior parte da população, incluindo todos os que já amaram.
Em busca de proteção e segurança, eles se encontraram
Lutando para sobreviver em um mundo pós-apocalíptico, Andrew está ferido, faminto e se depara com Jamie, que o abriga. Uma praga mortal matou a maior parte da população, incluindo todos os que já amaram.
Se este novo mundo lhes ensinou alguma coisa é que para sobreviver precisam
confiar um no outro, mas algo na história de como Andrew chegou ali não está
se encaixando, adicionando um perigo que pode custar suas vidas.
Quando uma ameaça ronda o lugar em que habitam, eles fogem e logo Jamie começa
a sentir algo mais que amizade por Andrew, trazendo outra camada de medo e
confusão a uma jornada já bastante tumultuada.
Para sobreviver, os dois terão que enfrentar as consequências de suas ações e
encontrar coragem para lutar juntos pelo futuro que desejam.
Em meio ao caos do fim do mundo, apenas uma coisa parece certa: a atração que
sentem um pelo outro.
~
Já começo dizendo que estou muito na vibe fim do mundo devido também ao
empurrãozinho que as últimas notícias de uma possível Terceira Guerra e todos
os contras implícitos nessa atrocidade nos aguardam então nada melhor do que
se adiantar né? Brincadeiras (pesadas) a parte, essa temática tem me chamado
muito atenção nas últimas leituras como pode ser bem observado
aqui.
Dado todo esse contexto, outro fator que devo destacar: Surpresa.
Dado todo esse contexto, outro fator que devo destacar: Surpresa.
A leitura anterior tinha o mesmo tema e não esperava tanta diferença na
abordagem. A tensão perdura por toda obra, mas sem aquela obrigação de te dar
medo, violência também temos, porém assim como tudo na obra é na hora e medida
certas sem exageros por nenhuma parte por aqui.
Romance? Claro que temos, e agradeço imensamente ao autor por não ser o ponto central da trama, ele tá ali, a gente sabe que uma hora VAI acontecer e quando o faz é lindo, pois diferente de certos livros acontece aos poucos, progressivamente dando a impressão de que fazemos parte daquela relação. É bem sensível mesmo.
Romance? Claro que temos, e agradeço imensamente ao autor por não ser o ponto central da trama, ele tá ali, a gente sabe que uma hora VAI acontecer e quando o faz é lindo, pois diferente de certos livros acontece aos poucos, progressivamente dando a impressão de que fazemos parte daquela relação. É bem sensível mesmo.
Um fato que me deixa curioso em contraste com a nossa realidade é que eles
simplesmente vão nos mercados, farmácias, e metem a mão mesmo. Shopping? é só
entrar e pegar. Isso é óbvio vindo de um cenário onde 90% da população foi
dizimada por uma "gripezinha" mas ainda me assusta de certa forma... Vai saber
o motivo. Outra questão: New Jersey. Parece que lá é o epicentro das pandemias
e onde os autores amam ver o circo pegar fogo, será que tem uma relação com o
clima ou algo assim?
Aliás, crítica ao sistema é o que não falta aqui, inclusive menções
Não vou mentir que fiquei imaginando o bairro onde moro sem ninguém, abandonado, e esse cenário me deixou feliz por uns instantes em meio ao caos de poeira, buzina, pressa, carros, bicicletas e pessoas sem paciência . Deixo bem claro: Não desejo outra pandemia, é apenas um exercício imaginativo.
O autor também foi muito cuidadoso ao falar da Covid, citando "de longe"
deixando claro que já passou e a realidade do livro é outra.
Garanto que ninguém terá gatilho apesar de trazer a tona aquela época
sombria.
Me identifiquei bastante com Andrew pelo simples motivo dele ser escroto. Ele
tá na merda e fica fazendo piadinha - dele mesmo, o verdadeiro Agente do Caos.
O cara também é uma enciclopédia de cultura pop principalmente relacionado ao
cinema, sempre com uma referência na ponta da língua - e nos momentos mais
críticos. Riso garantido!
Aflição é uma palavra que define bem essa road trip macabra. A gente fica
torcendo para que eles encontrem pessoas boas, um lugar decente, alguma
comunidade de sobreviventes e tal, que tenham 1 minuto de paz... Isso durante
toda a obra. Andrew tem uma missão clara desde o início, esconde um segredo,
mas será que os planos dele vão dar certo com James do lado? Fiquei me
perguntando isso o tempo todo mesmo sem saber totalmente do grande segredo, e
o autor é bom em nos fazer pensar viu?!
Como disse, a leitura é tensa mas ao mesmo tempo reconfortante??? Como isso é
possível? Com capítulos alternados em pontos de vista Andrew/James conseguimos
ter um panorama bem amplo da história. Graças a Deus aqui as coisas não se
repetem, como os autores costumam fazer nessas ocasiões. Só acertos esse livro
e olhe que é o primeiro dele!
O final embora não seja, me deixou com a sensação de ter sido corrido. Calma,
posso explicar. Tem algumas coisas a serem resolvidas, pontos não muito
importantes que ficaram abertos, e um desfecho utópico a lá contos de fadas do
tipo velhinha boa encontra o herói vulnerável. Não é de todo ruim, mas o
sarrafo ficou tão alto que esperei um final com um desenvolvimento maior por
assim dizer.
Das reflexões óbvias: Como eu ia me aguentar sem energia elétrica? Isso
implica uma vida totalmente analógica sem Kindle, celular, notebook, internet,
streamings... Fora a questão da segurança, onde uma lata de carne estragada
vale mais do que ouro. Juro, que iria surtar!
E vocês como se sairiam no mundinho offline?
Quotes:
Os remédios atenuam a dor física, mas não fazem nada pela emocional.
A má notícia é o único tipo de notícia pós-vírus.
Se tudo o que impede as pessoas de se matar são as leis dos homens, então talvez mereçamos ser dizimados pela gripe.
Posso até te fazer se sentir seguro, mas é você quem me salva o tempo todo.
Fazemos o que temos que fazer para sobreviver.
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